Práticas de leitura e escrita

2 minutos Algumas pessoas me mandam mensagens perguntando sobre o livro Práticas de leitura e escrita que lancei este ano pela Editora Saraiva. Querem saber, sobretudo, que conteúdos o livro traz e como esses conteúdos são trabalhados. Em atenção a essas mensagens, neste post publico dois vídeos: no primeiro falo sobre a noção de texto, assunto do primeiro capitulo; no segundo, falo sobre enunciação, assunto do capítulo 3. Depois dos vídeos, apresento o Sumário da obra. SUMÁRIO Apresentação Capítulo 1 A noção de texto Continue lendo

Kótin, o provedor, e Platonida

5 minutos No artigo de hoje, falo sobre uma dos maiores narradores de histórias que se conhece, o russo Nikolai Leskov (1831 – 1895), autor de romances, novelas e contos. Walter Benjamin, num ensaio que se tornou célebre, “O narrador”, afirma que Leskov é um dos maiores narradores da literatura moderna. O conto sobre o qual vou dizer algumas palavras chama-se “Kótin, o provedor, e Platonida”, que faz parte do livro A fraude e outras histórias, publicado pela Editora 34, com tradução de Denise Continue lendo

Implicaturas

3 minutos Nesta semana postei em minha página no Facebook a seguinte frase: “Se você não consegue ficar duas horas sem olhar para seu celular, não vá ao cinema”. As pessoas devem ter percebido que, nessa frase, o sentido vai além do que está expresso. Não preciso dizer qual sentido pretendi transmitir com essa postagem. Ao utilizar a linguagem verbal, seja na forma falada ou escrita, é fundamental que haja cooperação daqueles que nela estão envolvidos (falante e ouvinte; escritor e leitor). Segundo o Continue lendo

Sobre a brevidade da vida

1 minuto Em De brevitate vitae, Sêneca afirma: “Brevíssima e angustiosa é a vida daqueles que se esquecem do passado, negligenciam o presente e temem o futuro”. Chegando ao final de seu ensaio diz “Ninguém tem a morte diante dos olhos, todos estendem longe as esperanças, alguns até mesmo dispõem as coisas para depois de sua vida: sepulcros grandiosos, dedicatórias em obras públicas, oferecimento de jogos fúnebres e exéquias ambiciosas de glória”. A vida é breve, mas não a recebemos breve. Nós é que Continue lendo

Gente boa da roça

3 minutos Hoje, trago o conto “Gente boa da roça”, de Flannery O’Connor, escritora norte-americana do estado da Geórgia, onde nasceu em 1925. O’Connor estudou no Georgia State College for Women, onde se formou em Ciências sociais. Em 1946 conseguiu vaga na célebre Oficina de escrita criativa da Universidade de Yowa. Em 1955, publica a coletânea de contos Um homem bom é difícil de encontrar, da qual faz parte o conto “Gente boa da roça” comentado a seguir. Flannery O’Connor faleceu em 1964. Antes Continue lendo