Pressupostos e subentendidos

No artigo discorro sobre implícitos, mais especificamente sobre pressupostos e os subentendidos, e estabeleço a distinção entre uns e outros. Esse é um dos assuntos que discuto em meu novo livro, a ser publicado brevemente. O livro se chamará Práticas de leitura e escrita e será publicado pela Editora Saraiva.

O leproso, um conto de Miguel Torga

4 minutos No último domingo de janeiro, é comemorado o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. A data foi instituída pela Lei nº 12.135/2.009 com o objetivo de chamar a atenção da sociedade e das autoridades de saúde sobre a importância da prevenção e do tratamento adequado da doença. As ações de conscientização para a prevenção da doença ocorrem durante todo o mês de janeiro e recebem o nome de Janeiro Roxo. Mas o que tem a ver a Campanha Janeiro Roxo, num blogue Continue lendo

Cidadões pseudosintelectuais

3 minutos Nesta semana, tomou posse o novo presidente do INEP (Instituto Nacional e de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), Marcus Vinicius Carvalho Rodrigues. Em seu discurso de sua posse, que foi lido, Rodrigues comete alguns deslizes gramaticais. Atendendo aos jornalistas, comete outro. A imprensa deu destaque ao assunto, que viralizou nas redes sociais. Estava dada de bandeja para os partidários de Dilma e Lula darem o troco agora, já que esses dois presidentes eram alvo de chacotas de seus opositores quando cometiam Continue lendo

A terceira margem do rio

4 minutos No artigo trato de um dos contos mais festejados da literatura brasileira: A terceira margem do rio, de Guimarães Rosa, que faz parte do livro Primeiras estórias. Trata-se de um conto narrado em primeira pessoa, o que produz um efeito de sentido de subjetividade. O que é transmitido ao leitor é a visão do narrador, que é personagem do narrado. Narrador e demais personagens não são designados por nomes próprios, mas pelos papéis temáticos que exercem: o filho, o pai, a mãe, Continue lendo

Mágoa e mácula: um passeio na etimologia

2 minutos Etimologia é algo meio fora de moda. Nem sei se as faculdades de letras ensinam metaplasmos, assunto que cheguei a ver no que seria hoje o Ensino Médio. Não me preocupo muito em estar na moda. Claro que não chego ao absurdo de sair por aí de galochas, gravata plastrom, monograma na camisa e anel de formatura. Na idade a que cheguei, me sinto livre para não ter de seguir o que dita a moda. Apesar de não estar na moda, sempre Continue lendo