O suicida, conto de Enrique Anderson Imbert

1 minuto Um dos autores que mais aprecio é o escritor argentino Enrique Anderson Imbert (1910 – 2000). Tenho predileção especial por seus minicontos. Lamentavelmente não se encontra a obra dele publicada em português. Nesta postagem, trago o conto O suicida, que traduzi para o português. Ressalto que não sou um tradutor, por isso espero que relevem problemas de tradução. O objetivo é que aqueles que nunca leram os contos de Imbert tomem contato com a obra dele. Se gostarem, sugiro que leiam os Continue lendo

Copa do mundo: Brasil eliminado pela 3a. vez neste século

2 minutos Século, como se sabe, é um substantivo que designa o período de cem anos contados a partir de um marco. Assim, estamos no século XXI d.C, cujo início se deu em 2001 e se estenderá até 2100. Século é um substantivo que guarda alguma semelhança com a numerais, como década, semestre, quarentena, milênio etc. Alguns gramáticos chamam esses substantivos de numerais coletivos. Se o século XXI começou em 2001 e estamos em 2018, podemos dizer que estamos ainda no começo do século, Continue lendo

O titês e o idioleto

4 minutos Época de Copa, piadas e memes rolando soltos. Neymar parece ser a bola da vez, mas vou falar do Tite, ou melhor, da linguagem do Tite, o titês, também motivo de piadas. Antes, porém, é preciso explicar o que é idioleto. Já falei aqui da variação linguística. Comentei que a língua varia em decorrência de diversos fatores (geográficos, históricos, contextuais etc.). Há também o jargão, a língua de certos grupos sociais e profissionais, como o juridiquês e o economês, linguagem própria de Continue lendo

Senilidade: um romance de Italo Svevo

2 minutos Adaptações de obras literárias para o cinema são frequentes. Quando isso ocorre, é inevitável a comparação entre livro e filme. Minha tendência é achar que o livro é sempre melhor que o filme. Uma das razões é que, quando alguém resolve levar um livro à tela, já parte de uma grande obra. Dificilmente toma como ponto de partida uma obra literária ruim.um livro ruim. Levar às telas o Mackbeth requer coragem, pois o referencial para comparação é nada menos que um dos Continue lendo

A balzaquiana de Balzac e as adoráveis balzaquianas

4 minutos O mote para o texto de hoje é um comentário que uma querida amiga fez num post do FB. Lá ela dizia que era uma “quase balzaquiana que precisa escolher seu rumo“. O leitor já inferiu que minha amiga está perto de completar os 30 anos. Fiquei pensado nelas: na minha amiga e na palavra balzaquiana, que me causou estranhamento. Balzaquiana é um adjetivo derivado de um nome próprio, Honoré Balzac, escritor francês, nascido em 1799 e falecido em 1850. Adjetivos derivados Continue lendo